Nem Tão Bons,
Nem Tão Ruins
Não
somos tão ruins quanto pensam que somos, porém nem tão bons quanto nos
imaginamos ser.
Não
somos menos nem mais: somos o que simplesmente somos!
Iguais
a tantas pessoas que lutam para serem melhores do que são.
Não
nos deprimamos com a crítica e nem nos envaideçamos com o elogio.
Não
nos avaliemos pelo que os outros são ou deixam de ser.
Tomemos
unicamente a Jesus por exemplo do que precisamos vir a ser, um dia.
Em
quase todos, certas virtudes compensam os vícios que ainda possuem.
Lutemos
para que a nossa parte positiva supere a negativa, que ainda predomina.
No
exercício constante do bem é que nos fortalecemos.
“Vigiai e Orai – Irmão José (pag. 91)”